quarta-feira, 9 de novembro de 2022

7º ENCONTRO DOS CAFEICULTORES DA REGIÃO DAS MATAS DE MINAS


🔊 Chegou o *7º Encontro dos Cafeicultores da Região das Matas de Minas*. O evento promete reunir dezenas de produtores de toda região, com objetivo de gerar relacionamento, fomentar a cafeicultura regional e trazer temáticas relevantes aos produtores e empreendedores do setor.
O evento acontecerá no Castelo do Café e as inscrições são *GRATUITAS* e *LIMITADAS*.
📅 *Dia: 30/11*
⏰ *Hora: 9h as 18h*
📌 *Local: Castelo do Café*
Faça sua inscrição pelo link abaixo:




 

sábado, 5 de novembro de 2022

MANHUAÇU MG 05.11.2022 145 ANOS


 











Emancipado em 5 de novembro 1877, Manhuaçu só passou à condição de cidade alguns anos depois. Nesse período, perdeu uma área territorial que originou mais de 70 municípios da porção leste do estado de Minas Gerais. O primeiro distrito a se emancipar foi Caratinga, em 1890, e os últimos, Reduto e Luisburgo, em 1995. Hoje o município tem 621 km² e continua sendo o maior da microrregião, além de ser polo econômico,de prestação de serviços e oferecer uma boa infraestrutura hoteleira para turismo da região Vertente do Caparaó.

Atualmente, além da sede, os distritos são: Dom CorrêaPalmeiras do ManhuaçuPonte do SilvaRealezaSanto Amaro de MinasSão Pedro do AvaíSão Sebastião do Sacramento e Vilanova,[2][3] com as vilas de Palmeirinhas e Bom Jesus de Santo Amaro.[carece de fontes]

O nome do município é originado da palavra indígena mayguaçu, que significa rio grande, numa designação dos índios "Puris", os primeiros habitantes, ao rio local. No início de Século XVIII, o bandeirante taubateano, Pedro Bueno Cacunda, estabeleceu-se em Itapemirim, no litoral da Capitania do Espírito Santo. Nesta época não existiam as atuais divisas, só acertadas em 1800. Dessa forma o Bandeirante invadiu, povoou e explorou ouro, em CasteloGuandu e Manhuaçu onde relatou em suas 3 cartas ao Rei de Portugal de 1734, suas experiências e explorações, descrevendo uma grande nação denominada ,"Puris" que assenhorava o Rio Manhuaçu. A aldeia dos Puris era, onde hoje é a atual cidade de Manhuaçu.

A ocupação e o povoamento da Zona da Mata, onde está Manhuaçu, tem muita relação com os povos indígenas, mas o desenvolvimento do café, sua principal riqueza, aconteceu com grande destaque durante o ciclo do ouro, no Brasil Colônia. Enquanto as regiões de Ouro PretoSão João del-ReiMariana e Congonhasse baseavam na extração mineral, a Zona da Mata se dedicava aos produtos agrícolas, justamente para suprir a demanda dos mineradores.

Os primeiros grupos de sertanistas que chegaram às partes dos rios PombaMuriaé e Manhuaçu tinham como objetivo a captura dos índios para trabalharem como escravos nas fazendas da capitania do Rio de Janeiro, além de buscas de riquezas minerais e medicinais (como a planta chamada poaia ou ipecacuanha) e, posteriormente, com a intenção de criar fazendas férteis na região.

No início do século XIX, o comércio de poaia se estabeleceu em Manhuaçu, através de Domingos Fernandes Lana que, junto com os índios, abriu caminhos para diferentes locais da área, recebendo o título de desbravador do Manhuaçu.

Alguns anos mais tarde, o guarda-mor Luís Nunes de Carvalho e o alferes José Rodrigues da Siqueira Bueno, vindos de Ponte Nova e Abre Campo (Manhuaçu pertenceu a Ponte Nova até 1877), implantaram as primeiras unidades de exploração agrícola, usando da mão de obra indígena escravizada.

O declínio do ciclo do ouro intensificou o processo de ocupação da Zona da Mata. Em 1830, a pecuária começou a desdobrar-se para o interior do estado e o café foi expandindo-se. Manhuaçu foi influenciado e, já nesse período, adotou o produto como sua principal cultura.

A população deixou a região aurífera e foi para as lavouras de café. Entre 1822 e 1880, a região viu seu número de habitantes saltar de 20 para, aproximadamente 100 mil pessoas.

O café já se tornara, em 1830, o principal produto de exportação de Minas Gerais, sendo a Zona da Mata a maior produtora. Começou pela fronteira com o Rio de Janeiro e depois foi se interiorizando em Minas Gerais.

Na área que hoje corresponde a Manhuaçu, e como forma de "pacificar" os indígenas que lutavam bravamente contra os invasores brancos, em 1843 foi fundado um aldeamento pelo curador Nicácio Brum da Silveira, no local que hoje é o bairro Ponte da Aldeia.

Diversas fazendas foram surgindo, aumentando desta maneira o número de povoadores, que começaram a trazer suas famílias, criando gado bovino e suíno e iniciando o plantio de café. Em 1846, autorizado pelo curador do município, Antônio Dutra de Carvalho alugou alguns índios para a abertura da primeira estrada.

Três foram os fatores decisivos para a rápida expansão cafeeira: a fácil obtenção de terras adequadas ao cultivo; a abundância de pessoas negras escravizadas, dispensadas da mineração; e os altos preços do café no mercado externo.

Contudo, o transporte era um grande obstáculo e aumentava os custos do café. A solução do problema veio em pouco tempo. As estradas de ferro Leopoldina Railway e Dom Pedro IIalcançaram os centros comerciais da região e a produção começou a ser escoada mais rápida e facilmente.

O café criou uma enorme dependência, inclusive uma ligação maior com o Rio de Janeiro, já que era o caminho da exportação, mas foi ele também que impulsionou o crescimento urbano na segunda metade do século XIX. Nesse período foram elevados a município: Mar de Espanha (1851), Juiz de ForaUbá (1853), Leopoldina (1854), Muriaé(1855), Cataguases (1875), Manhuaçu (1877) e Carangola (1878).

Conforme o Diagnóstico Municipal de Manhuaçu (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Minas Gerais – Sebrae, 1996:14): “A parte que corresponde a Manhuaçu, entre 1860 e 1874, também foi influenciada com a chegada de imigrantes alemães, suíços e franceses, vindos da Colônia de Nova Friburgo (RJ) e do Vale do Canaã (ES)”. Na mesma época, havia três povoados, que nuclearizavam a população residente nas fazendas do atual Manhuaçu: Santa Margarida, São Simão e São Lourenço. Foi neste último que surgiram, em 1872, as primeiras manifestações em prol da emancipação político-administrativa.

freguesia de Manhuaçu foi criada em 1875 e instituída em 1878, enquanto o município foi criado em 5 de novembro de 1877. Sua sede inicialmente foi em São Simão (hoje Simonésia) e transferida para a Vila de São Lourenço em 1881.

Em 1905, a produção cafeeira da Zona da Mata era significativa, sendo Carangola o maior produtor, com 1,5 milhão de arrobas. Contudo o Rio de Janeiro ainda era o maior produtor nacional, até que a hegemonia fluminense entrou em decadência e foi superada por São Paulo, que antes estava atrás de Minas Gerais. Entre os anos de 1880 e 1930, o café ganhou força na região mineira, foi nesse período em que se desenvolveu a produção de Manhuaçu:

No ano de 1896, a disputa pelo poder local entre dois coronéisSerafim Tibúrcio da Costae Frederico Antônio Dolabela, teria provocado consequências negativas na economia.

Moeda (o Boró) que foi emitida pelo coronel Serafim Tibúrcio da Costa

Após perder as eleições de modo considerado fraudulento, o Coronel Serafim Tibúrcio e seu companheiro Coronel Antônio de Miranda Sette pegaram em armas, proclamando a República de Manhuaçu, inclusive emitindo títulos de crédito em nome da Fábrica de Pilação de Cafée nomeando autoridades. A polícia estadual não conseguiu superar os coronéis Tibúrcio e Antônio de Miranda e seus homens. Com o apoio das forças federais, o levante foi derrubado e os revoltosos fugiram pelo vale do Manhuaçu, fundando pequenos povoados como Alegria de Simonésia e até alguns no Estado do Espírito Santo.[9]

Apesar das disputas políticas e das dificuldades, no final do século XIX e início do XX, a população de Manhuaçu já dispunha do jornal O Manhuaçu (criado em 1890), da Estrada de Ferro Leopoldina (1915), da Companhia Força e Luz de Manhuaçu (1918) e do Banco Hipotecário e Agrícola de Minas Gerais (1920). Ainda hoje, vários casarões dessa fase estão de pé e abrigam famílias, empresas e entidades, no trecho antigo da cidade.

Durante o último século, famílias italianas e das comunidades árabes se mudaram para Manhuaçu, ampliando a diversidade iniciada com a vinda de suíços, franceses e alemães, além de povos de origem africana, indígenas e portugueses que já compunham a população local.


Manhuassú teve sua grafia alterada para Manhuaçu, pela lei nº 336, de 27 de Dezembrode 1948.[10]




sexta-feira, 4 de novembro de 2022

VEREADOR ADMINISTRADOR RODRIGO DISPONIBILIZA 23 MAMAMIGAS PARA TODOS POSTOS DE SAÚDE DE MANHUAÇU

Através de Emenda Impositiva ao Orçamento, Vereador Administrador Rodrigo fez importante indicação de R$ 13.570,00 para aquisição de 23 MAMAMIGUA para todos os postos de saúde de Manhuaçu.

Esta emenda tem objetivo de ajudar no diagnóstico precoce contra o câncer de mama.

Na foto abaixo Vereador Administrador Rodrigo faz a entrega oficial a Secretária Municipal de Saúde Ana Ligia que agradece e destaca a importância desta inédita indicação para ajudar na prevenção e no diagnóstico precoce contra o câncer de mama.

Na outra foto Vereador Administrador Rodrigo está com a Sra Claudia representante da Mamamiga que treinou e qualificou todas as equipes de saúde da família de Manhuaçu para que pudessem levar os ensinamentos a todos as mulheres de nosso município através do auto exame.

SEM LUTA NÃO HÁ VITÓRIA 












quarta-feira, 2 de novembro de 2022

CORRIDA FLOR DE MANACA - 145 ANOS DE MANHUAÇU MG




Manhuaçu prepara para a 1ª Corrida Flor de Manacá 

Cerca de 250 pessoas são esperadas para a 1ª Corrida “Flor de Manacá”, marcada para o dia 6 de novembro, na Praça 5 de Novembro, a partir das 8h. A prova consistirá em 7 km. É a primeira vez que uma corrida é organizada pela Equipe Superação, em parceria com a Prefeitura Municipal e Secretaria de Esportes.

O evento será realizado em comemoração ao aniversário dos 145 anos de Emancipação Político-Administrativa do município de Manhuaçu, que será celebrado no dia 5. A corrida leva o nome de “Flor de Manacá”, por se tratar de uma flor que simboliza Manhuaçu. Vale ressaltar que, nos anos 50/60 essa planta era muito comum e, tanto que em algumas casas antigas da cidade, ainda encontra este tipo de flor até hoje. Os moradores mais antigos plantavam em frente às casas, devido ao perfume exalado pela flor, nas mais variadas cores. Pela importância do município, considerado polo regional na Vertente Ocidental do Caparaó, para a comemoração de seus 145 anos, torna-se relevante realizar uma corrida de rua, com o nome de algo que lembra, mostra os valores que esta planta tem para a cidade e, assim incentivar através do esporte o cultivo dessa flor, que multiplica as belezas de um lugar, que encanta com a sua história. O nome da corrida foi dado por mim (Eduardo Satil), para que as pessoas conheçam o que o município representa para cada um. Por ser a flor o símbolo da cidade, a 1ª Corrida “Flor de Manacá”, também será registrada para fazer parte do calendário de eventos do município.

A comissão organizadora, formada pelos atletas, Levi Batista, Washington Baptista, Michelle Gomes e Satil tem cuidado de todos os detalhes. Um dos organizadores do evento, o atleta Levi Batista, explica que há muito tempo alimentava a vontade de realizar uma corrida, no aniversário de Manhuaçu. 

E agora, a parceria estabelecida com a Secretaria de Esportes, Prefeitura e o apoio do vereador Administrador Rodrigo que destinou Emenda Impositiva para realização do evento. "Vamos fazer uma grande festa e, para isso contamos com os atletas que amam correr, para estarem conosco nesse evento. É mais um desafio que estamos encarando. A equipe Superação ficará imensamente feliz”, diz Levi Batista.

Os atletas serão divididos por faixa etária e, os cinco primeiros colocados geral e geral local (masculino e feminino), serão premiados com troféus e dinheiro. Haverá troféu também, para cada faixa etária. Todos os participantes terão direito a uma linda medalha. 

As inscrições encerram-se no 25/10/2022. Venha conosco e prestigie a corrida.


Nesse endereço, também estão disponíveis todas as informações referentes à corrida.
Eduardo Satil






 

CONCURSO QUALIDADE DE CAFÉ - MANHUAÇU MG

VEREADOR ADMINISTRADOR RODRIGO, RELATOR DA COMISSÃO DE ORÇAMENTO E FINANÇAS

 DA PARECER FAVORÁVEL PELA APROVAÇÃO DE REPASSE DE R$ 36.500,00 PARA
PREMIAÇÃO DO CONCURSO DE QUALIDADE DO CAFÉ DE MANHUAÇU MG.

O OBJETIVO É DAR DESTAQUE AOS PEQUENOS, MÉDIOS OU GRANDES PRODUTORES QUE PRODUZEM CAFÉS DE ALTA QUALIDADE E INCENTIVAR AOS DEMAIS QUE PRODUZAM TAMBÉM CAFÉS ESPECIAIS E PRINCIPALMENTE COM UM MANEJO SUSTENTÁVEL, PRESERVANDO ASSIM NOSSAS NASCENTES E MEIO AMBIENTE.









Melhores cafés de Manhuaçu em 2022 são de Palmeirinha e Bem Posta

Com o objetivo de incentivar a melhoria da qualidade dos cafés produzidos em Manhuaçu, a Prefeitura, em parceria com a Emater-MG, realizou 9º Concurso de Qualidade de Café. O evento aconteceu no Salão do UBA, na última sexta-feira (28/10) e contou com a presença de mais de 300 pessoas. Mais de R$ 43 mil foram distribuídos em prêmios.

Em 2022, os melhores cafés tipo natural e tipo cereja descascado são de Bem Posta e Palmeirinha, respectivamente. Vale lembrar que os vencedores representarão Manhuaçu nos Concursos Regional e Estadual. Antes de iniciar o concurso, a funcionária pública Valéria Abineder foi homenageada pelos relevantes serviços prestados à Secretaria de Agricultura, Comércio, Industria e Meio Ambiente. 

“Investir no Agro é investir em Manhuaçu. Sem o nosso café, a economia da cidade não gira. Por isso, todos os anos fazemos esse concurso como forma de incentivar os produtores da cidade a melhorarem o seu grão. Investimos nas estradas rurais e em estrutura para que possam escoar o café também. Esse momento é de muita alegria para nós”, comentou a prefeita Imaculada.

Já o gerente regional da Emater-MG, Rômulo Matozinhos, o concurso de qualidade do café é uma forma de reconhecer o trabalho dos produtores que já vem de vários anos. “Atuamos diretamente com as famílias do meio rural. Participar dessa festa é muito gratificante para nós. Agradecemos profundamente a parceria da Prefeitura neste evento”.

“O concurso é uma forma de reconhecer o trabalho e esforço que os produtores têm ao longo do ano até a colheita. Esse incentivo tem dado frutos, sendo o nosso café exportado para vários lugares do mundo”, destaca Sandro Tavares, secretário de Agricultura, Comércio, Indústria e Meio Ambiente.

Durante o evento, a dupla Dhenys e Dhery tocou os maiores sucessos da música caipira e sertaneja. O vice-prefeito, Nailton Heringer, prestigiou o evento, bem como o presidente da Câmara, Cleber Benfica, as vereadoras Marilei e Eleonora, e a garota do café, Ana Caroline Oliveira Tito,

Prefeitura disponibilizou transporte saindo de Manhuaçuzinho, Palmeiras e Palmeirinha. Foi servido ainda um delicioso jantar aos presentes.

CONCURSO
A primeira grande vencedora da noite foi Fabíola Cerqueira, pela categoria natural. Ela obteve pontuação de 89,50. As características sensoriais do café são de açúcar queimado, cocada, chocolate ao leite, cítrico, melaço, cana, mel, limão, cítrico, frutado. Ela levou para casa R$ 6 mil em dinheiro.

Dentro da categoria natural, Angélica de Fátima da Costa Oliveira (Palmeirinha) ficou em segundo lugar, com pontuação 88,00. Fechando o pódio ficou a produtora Elisangela de Abreu Silva (Palmeirinha), com pontuação 87,50.

Já no cereja descascado, o grande vencedor o produtor Ercilei José de Oliveira (Palmeirinha), com pontuação de 92,50. As características sensoriais do café são de cítrico, melaço, mel, rapadura, doce de leite, açúcar queimado, encorpado ácido, frutado cítrico, casca de limão.

Em segundo lugar ficou a produtora Josiane Carla Diniz (Diniz), com pontuação 90,50. Em seguida ficou o produtor Fabiano Henrique Diniz (Diniz), com pontuação 89,00.

Ainda dentro do concurso, a produtora mulher com maior nota também foi reconhecida. E o prêmio foi para a jovem Josiane Diniz, de Dom Correa. Também foi reconhecida a comunidade com maior número de pessoas no evento. Palmeirinha e Manhuaçuzinho levaram o título.

Houve também sorteio de vários brindes doados pelos parceiros, como o Sicoob, Renascer, Tangará, Central Campo, Café Três Corações, Fertilizantes Heringer, AgroCP, Central do Adubo, Agrofértil Santiago, Cooxupé e Casa da Lavoura.

SECOM
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