quinta-feira, 29 de julho de 2021

MANHUAÇU E REGIÃO AVANÇAM PARA ONDA AMARELA DO MINAS CONSCIENTE


MANHUAÇU (MG) - A região de Manhuaçu avançou para onda amarela do Minas Consciente. A decisão do Governo de Minas foi divulgada na tarde desta quinta-feira (27) que classificou a macrorregião Leste do Sul (Manhuaçu, Viçosa e Ponte Nova) na nova categoria.

Minas Gerais registou queda de 9% na taxa de incidência da covid-19 na última semana em todo o estado. Com isso, as macrorregiões Centro-Sul, Jequitinhonha, Norte e Oeste avançam para a onda verde, a mais flexível do plano Minas Consciente, criado para promover a retomada segura e gradual da economia. Já a macrorregião Leste do Sul progrediu para a onda amarela.

Minas também registrou queda nos números de óbitos e de espera por leitos. A solicitação de internação pela doença caiu 29,59% na última semana. Atualmente, 34 pacientes aguardam vaga para uma UTI para tratamento da covid-19. Este número chegou a ser pelo menos seis vezes maior no início de junho.

O secretário de Estado de Saúde, o médico Fábio Baccheretti, ressaltou que os indicadores têm melhorado devido ao avanço no processo de vacinação, mas lembrou que ainda não é a hora de se descuidar.

Atualmente, a ocupação de leitos exclusivos para covid-19 no estado está em 54,69%, enquanto a ocupação dos de enfermaria está em 79,03%.

Ondas

Com as mudanças aprovadas pelo Comitê nesta quinta-feira, as macrorregiões Centro-Sul, Jequitinhonha, Norte e Oeste passam para a onda verde do plano Minas Consciente, a mais flexível, se juntando às macro Sudeste e Vale do Aço.

Já Leste do Sul progride para a onda amarela. Seguem nesta etapa as macrorregiões Centro, Noroeste, Leste, Sul e Triângulo Norte. Nordeste e Triângulo do Sul permanecem na onda vermelha. As alterações valem a partir do próximo sábado (31/7).

A taxa de positividade da doença também recuou para 21% em todo o estado. Com isso, o número de cidades com menos de 30 mil habitantes que poderão progredir de onda, independentemente da situação em que se encontra a macro ou a microrregião, chegou a 100 nesta semana, registrando o melhor resultado do ano. Estas cidades registraram menos de 50 casos por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias.

Eventos

O Comitê Extraordinário Covid-19 também aprovou nesta quinta-feira a criação de um grupo de trabalho para aperfeiçoamento dos protocolos do Minas Consciente para os setores de Eventos, Cultura e Entretenimento. Os representantes do governo estadual e dos segmentos se reunirão para que sejam discutidas e elaboradas, em 30 dias, novas medidas visando à segurança na retomada das atividades.


https://www.portalcaparao.com.br/noticias/visualizar/36184/manhuacu-e-regiao-avancam-para-a-onda-amarela-do-minas-consciente



quarta-feira, 28 de julho de 2021

TCU APROVA EDITAL DE CONCESSÃO E DUPLICAÇÃO DAS BR381 E BR262








28/07/2021 - Atualizado em 28/07/2021 21h39 


BRASÍLIA (DF) - O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou, nesta quarta-feira (28/7), o projeto de concessão da BR-381, entre Belo Horizonte e Governador Valadares, e da BR-262, entre João Monlevade e Viana, no Espírito Santo.

O ministro Raimundo Carreiro, relator do tema na corte, deu parecer favorável ao edital que trata da entrega dos trechos à iniciativa privada. O voto dele foi acompanhado pelos outros componentes do tribunal. A duplicação das estradas constará, na licitação, como obrigatoriedade de quem vencer a concorrência.

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) ficará a cargo de publicar o edital, mas antes precisará fazer alguns ajustes no texto, seguindo recomendações de Carreiro. O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, projeta promover o leilão das estradas em outubro deste ano. A pasta estima assinar o contrato com a empresa vencedora nos primeiros meses de 2022.

O edital trata da outorga das rodovias por 30 anos às empresas ganhadoras da licitação, com a possibilidade de prorrogação por mais cinco anos. O setor privado deverá aportar R$ 7,7 bilhões para financiar melhorias na estrutura das vias, bem como R$ 6,9 bilhões no custeio de despesas de operação.

A duplicação deve ser feita em 590,5 quilômetros das BRs 381 e 262. Desses, 200 quilômetros deverão ser feitos entre o terceiro e oitavo anos de concessão. O restante entre os anos 16 e 21.

A BR-381 é chamada de "rodovia da morte" por causa do número de acidentes por lá ocorridos. A concessão das rodovias estava na pauta do plenário do TCU já na semana passada. O adiamento em sete dias, porém, foi solicitado por ministros que queriam estudar dois tópicos: a isenção de pedágios a motociclistas e a necessidade de um relator independente para monitorar o cumprimento das obrigações impostas à vencedora da licitação.

Carreiro debateu os temas com o colega Walton Alencar Rodrigues, que relatou o edital para renovar a concessão da Presidente Dutra, no Rio de Janeiro, também aprovado nesta quarta. Os ministros chegaram a consenso sobre o que travava a votação e garantiram a liberação do edital.

Alencar pediu à ANTT que estabeleça mecanismos para evitar conflitos de interesses que possam impedir a atuação dos fiscais independentes. A isenção aos motociclistas também foi garantida. Ainda segundo o ministro, os pilotos demoram muito mais tempo nas cancelas em comparação aos motoristas.

O Plano de Priorização de Investimentos (PPI) do governo federal prevê a geração de 12 mil empregos diretos e indiretos a partir das obras nas rodovias que cortam Minas Gerais. O cronograma de intervenções determina a abertura de 131,3 quilômetros de vias marginais, 138,1 de faixas adicionais, 50 passarelas e três túneis.

O projeto prevê 11 praças de pedágio distribuídas entre a 381 e a 262. Na primeira rodovia, são cinco estações. Já na segunda, são seis postos de cobrança, mas dois estão em Ibatiba e Viana, já no território capixaba. O valor da tarifa inicial deve ficar entre R$ 7,33 e R$ 8,81. O trecho em questão tem extensão de 686,1 quilômetros, mas vai passar para 670,6 quilômetros após as obras.

No relatório de Raimundo Carreiro, há recomendação para que as ambulâncias sejam isentas da tarifa.

Duplicação é pleito antigo e até Bolsonaro garantiu

A duplicação das estradas é reivindicação antiga de entidades ligadas a empresários e cidades do entorno. Na semana passada, em entrevista à Rádio Itatiaia, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse nutrir esperanças de ver as duplicações concluídas até o fim de 2022 - o que, segundo o projeto de concessão, é impossível, visto que as novas pistas começarão a ser construídas a partir do terceiro ano de gestão privada.

"Sai, a duplicação sai. Conversei com o Tarcísio (Gomes de Freitas, ministro da Infraestrutura) há pouco e ele me botou a par. Depende de o TCU liberar e eu acho que o TCU vai liberar. Liberando, imediatamente nós partimos para as licitações", falou o presidente.

Guilherme Peixoto / Estado de Minas


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A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) ficará a cargo de publicar o edital, mas antes precisará fazer alguns ajustes no texto, seguindo recomendações de Carreiro. O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, projeta promover o leilão das estradas em outubro deste ano. A pasta estima assinar o contrato com a empresa vencedora nos primeiros meses de 2022.

O edital trata da outorga das rodovias por 30 anos às empresas ganhadoras da licitação, com a possibilidade de prorrogação por mais cinco anos. O setor privado deverá aportar R$ 7,7 bilhões para financiar melhorias na estrutura das vias, bem como R$ 6,9 bilhões no custeio de despesas de operação.

A duplicação deve ser feita em 590,5 quilômetros das BRs 381 e 262. Desses, 200 quilômetros deverão ser feitos entre o terceiro e oitavo anos de concessão. O restante entre os anos 16 e 21.

A BR-381 é chamada de "rodovia da morte" por causa do número de acidentes por lá ocorridos. A concessão das rodovias estava na pauta do plenário do TCU já na semana passada. O adiamento em sete dias, porém, foi solicitado por ministros que queriam estudar dois tópicos: a isenção de pedágios a motociclistas e a necessidade de um relator independente para monitorar o cumprimento das obrigações impostas à vencedora da licitação.

Carreiro debateu os temas com o colega Walton Alencar Rodrigues, que relatou o edital para renovar a concessão da Presidente Dutra, no Rio de Janeiro, também aprovado nesta quarta. Os ministros chegaram a consenso sobre o que travava a votação e garantiram a liberação do edital.

Alencar pediu à ANTT que estabeleça mecanismos para evitar conflitos de interesses que possam impedir a atuação dos fiscais independentes. A isenção aos motociclistas também foi garantida. Ainda segundo o ministro, os pilotos demoram muito mais tempo nas cancelas em comparação aos motoristas.

O Plano de Priorização de Investimentos (PPI) do governo federal prevê a geração de 12 mil empregos diretos e indiretos a partir das obras nas rodovias que cortam Minas Gerais. O cronograma de intervenções determina a abertura de 131,3 quilômetros de vias marginais, 138,1 de faixas adicionais, 50 passarelas e três túneis.

O projeto prevê 11 praças de pedágio distribuídas entre a 381 e a 262. Na primeira rodovia, são cinco estações. Já na segunda, são seis postos de cobrança, mas dois estão em Ibatiba e Viana, já no território capixaba. O valor da tarifa inicial deve ficar entre R$ 7,33 e R$ 8,81. O trecho em questão tem extensão de 686,1 quilômetros, mas vai passar para 670,6 quilômetros após as obras.

No relatório de Raimundo Carreiro, há recomendação para que as ambulâncias sejam isentas da tarifa.

Duplicação é pleito antigo e até Bolsonaro garantiu

A duplicação das estradas é reivindicação antiga de entidades ligadas a empresários e cidades do entorno. Na semana passada, em entrevista à Rádio Itatiaia, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse nutrir esperanças de ver as duplicações concluídas até o fim de 2022 - o que, segundo o projeto de concessão, é impossível, visto que as novas pistas começarão a ser construídas a partir do terceiro ano de gestão privada.

"Sai, a duplicação sai. Conversei com o Tarcísio (Gomes de Freitas, ministro da Infraestrutura) há pouco e ele me botou a par. Depende de o TCU liberar e eu acho que o TCU vai liberar. Liberando, imediatamente nós partimos para as licitações", falou o presidente.

Guilherme Peixoto / Estado de Minas

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) ficará a cargo de publicar o edital, mas antes precisará fazer alguns ajustes no texto, seguindo recomendações de Carreiro. O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, projeta promover o leilão das estradas em outubro deste ano. A pasta estima assinar o contrato com a empresa vencedora nos primeiros meses de 2022.

O edital trata da outorga das rodovias por 30 anos às empresas ganhadoras da licitação, com a possibilidade de prorrogação por mais cinco anos. O setor privado deverá aportar R$ 7,7 bilhões para financiar melhorias na estrutura das vias, bem como R$ 6,9 bilhões no custeio de despesas de operação.

A duplicação deve ser feita em 590,5 quilômetros das BRs 381 e 262. Desses, 200 quilômetros deverão ser feitos entre o terceiro e oitavo anos de concessão. O restante entre os anos 16 e 21.

A BR-381 é chamada de "rodovia da morte" por causa do número de acidentes por lá ocorridos. A concessão das rodovias estava na pauta do plenário do TCU já na semana passada. O adiamento em sete dias, porém, foi solicitado por ministros que queriam estudar dois tópicos: a isenção de pedágios a motociclistas e a necessidade de um relator independente para monitorar o cumprimento das obrigações impostas à vencedora da licitação.

Carreiro debateu os temas com o colega Walton Alencar Rodrigues, que relatou o edital para renovar a concessão da Presidente Dutra, no Rio de Janeiro, também aprovado nesta quarta. Os ministros chegaram a consenso sobre o que travava a votação e garantiram a liberação do edital.

Alencar pediu à ANTT que estabeleça mecanismos para evitar conflitos de interesses que possam impedir a atuação dos fiscais independentes. A isenção aos motociclistas também foi garantida. Ainda segundo o ministro, os pilotos demoram muito mais tempo nas cancelas em comparação aos motoristas.

O Plano de Priorização de Investimentos (PPI) do governo federal prevê a geração de 12 mil empregos diretos e indiretos a partir das obras nas rodovias que cortam Minas Gerais. O cronograma de intervenções determina a abertura de 131,3 quilômetros de vias marginais, 138,1 de faixas adicionais, 50 passarelas e três túneis.

O projeto prevê 11 praças de pedágio distribuídas entre a 381 e a 262. Na primeira rodovia, são cinco estações. Já na segunda, são seis postos de cobrança, mas dois estão em Ibatiba e Viana, já no território capixaba. O valor da tarifa inicial deve ficar entre R$ 7,33 e R$ 8,81. O trecho em questão tem extensão de 686,1 quilômetros, mas vai passar para 670,6 quilômetros após as obras.

No relatório de Raimundo Carreiro, há recomendação para que as ambulâncias sejam isentas da tarifa.

Duplicação é pleito antigo e até Bolsonaro garantiu

A duplicação das estradas é reivindicação antiga de entidades ligadas a empresários e cidades do entorno. Na semana passada, em entrevista à Rádio Itatiaia, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse nutrir esperanças de ver as duplicações concluídas até o fim de 2022 - o que, segundo o projeto de concessão, é impossível, visto que as novas pistas começarão a ser construídas a partir do terceiro ano de gestão privada.

"Sai, a duplicação sai. Conversei com o Tarcísio (Gomes de Freitas, ministro da Infraestrutura) há pouco e ele me botou a par. Depende de o TCU liberar e eu acho que o TCU vai liberar. Liberando, imediatamente nós partimos para as licitações", falou o presidente.

Guilherme Peixoto / Estado de Minas

sexta-feira, 16 de julho de 2021

EMENDAS PARA MUNICÍPIOS MINEIROS


UMA VITÓRIA DE TODOS 

TODOS os 853 municípios de Minas Gerais serão contemplados no acordo com a Vale. 
Um acordo histórico, que uniu 72 parlamentares de diferentes partidos e posições políticas em torno de um único objetivo.
Quando TODOS somam forças, deixam as diferenças de lado e trabalham unidos, TODOS os mineiros vencem. 

 

Emenda 109

A Assembleia Legislativa promulgou a Emenda Constitucional 109, de 2021, garantindo que TODOS os municípios mineiros recebam recursos do acordo judicial celebrado entre o Governo do Estado e a empresa Vale para reparação de danos causados pelo rompimento da barragem da mineradora em Brumadinho, em 2019. 

O montante total do acordo foi de R$ 37,7 bilhões, dos quais R$ 26 bilhões referem-se a obrigações que são de responsabilidade da Vale, relacionadas a ações diretas de reparação. A destinação dos R$ 11,06 bilhões restantes foi definida no Projeto de Lei (PL) 2.508/21, aprovado pela ALMG.

Desse valor, R$ 1,5 bilhão serão transferidos diretamente para os municípios, sem a necessidade de convênios. Essa destinação direta só foi possível com a promulgação da Emenda 109.

“São nos municípios onde as pessoas vivem, onde estão os verdadeiros problemas. Apoiar as prefeituras e seus prefeitos, levando recursos, é apoiar a vida das pessoas. A Assembleia é um mosaico de 77 peças, deputados e deputadas que representam as vozes desses municípios. Essa comunhão é a força do Parlamento. Ao deixar isso de fora, o acordo estava incompleto.”

Deputado Agostinho Patrus
Presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais

A lei define em que tipos de ações são permitidas aplicações dos recursos a serem recebidos pelos municípios e quais ações são vedadas. 

 

Os recursos serão divididos entre os 853 municípios, de acordo com sua população.